- No que respeita aos homens, nem o riso, nem as lágrimas, nem a indignação, mas apenas o entendimento (Espinosa) . - Nada do que é humano me é estranho (Terêncio) . - Mal com os homens por amor del-rei e mal com el-rei por amor dos homens (Afonso de Albuquerque) . - Aprender, Aprender Sempre (Lenine) . - Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde sem Alarde, Boa Noite sem Açoite, e Viva a Vida com Alegria e Fantasia (V. Nogueira) . - E Viva a Vida, com Alegria, Amor e Fantasia. Ah! ... e não esquecer alguns trocos para os gastos! (Victor Nogueira) . - Somos todos uns pobres diabos,mesmo os génios. A ironia utilizo-a sempre não como um truque, mas como alguém que estivesse dentro de mim e me fosse dizendo "não te iludas" (Saramago) . - O retrato fiel do que sou deixou-o escrito Gramsci: "Pessimista pela razão, optimista pela vontade.". Está tudo dito. (Saramago) . - Sou aquilo que faço e não aoenas aquilo que digo(V. Nogueira) . - Ter a posse do poder e não ter a posse das consciências é ter um poder precário que a primeira convulsão fará ruir(Salazar) . . - Pode-se enganar todas as pessoas por algum tempo e algumas pessoas durante todo o tempo. Mas não se pode enganar todo o mundo por todo o tempo. (Lincoln) . - O trabalho é mais importante e é independente do que o capital. O capital é apenas o fruto do trabalho, e não existiria sem ele. O trabalho é superior ao capital e merece a consideração mais elevada. (Lincoln) . - Antes, cumpre-nos a nós os presentes, dedicarmo-nos à importante tarefa que temos pela frente – que estes mortos veneráveis nos inspirem maior devoção à causa pela qual deram a última medida transbordante de devoção – que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que esta Nação com a graça de Deus venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra. (Abraham Lincoln - Discurso de Gettysburg (19 de Novembro de 1863) - texto na Série Discursos no blog . - "Até agora os filósofos se preocuparam em interpretar o mundo de várias formas. O que importa é transformá-lo." (Karl Marx - 11ªtese sobre Feuerbach) . Perfil no Blogspot http://www.blogger.com/profile/13759238536489604722 .
... scriptorium.index . O resto encontra-se no Photoandando e no meu Diario sim Diario nops hi5. Pode deambular por ele ou pelo Ao Sabor do Olhar, onde é sempre bem-vindo quem vier por bem - http://osabordolhar.blogspot.com/ . Blogs * *** SCRIPTORIUM.INDEX http://kantoscriptoriumindex.blogspot.com/
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* Galeria e Photomatom http://galeriaphotomaton.blogspot.com/ .
* Carpe Diem - Atrás do Tempo Tempo Vem ? http://contosdiaadia.blogspot.com/ . Da Carta 1. Se as cartas não fossem cartas, muitas vezes escreveria a V.M. como desejo, mas porque o são o não ouso fazer, pois as não leva o vento, como palavras e plumas, antes se guardam tão bem, que a todo o tempo se pode pedir razão de como se escreveram e porque as escreveram (…) (Garcia de Resende a D. Francisco de Castelo Branco, 20.11.1535) . 2. (…) Antigamente as pessoas escreviam muito e as cartas eram meio de transmitir notícias e muitas delas, com maior ou menor valor literário, tornaram-se testemunho dos factos, acontecimentos, ideias e sentimentos. Mas hoje, hoje as pessoas telefonam ou encontram-se, devido à facilidade e rapidez dos transportes e das comunicações, e o tempo é pouco, paradoxalmente, devido à sobrecarga do que se gasta em transportes, sentado frente à TV ou em tarefas domésticas. O mesmo sucede com o convívio e a conversação: por vários motivos os cafés e as tertúlias desaparecem, só se conhece o vizinho da frente ou do lado, quando se conhece, e as pessoas metem-se na sua concha, casulo, carapaça ou buraco. Muita gente junta, ao alcance da mão ou da voz, não significa que estejamos mais acompanhados e humanizados. (…) (Victor Nogueira à «Maria do Mar», 18.08.1993) .
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Nada do que é humano me é estranho (Terêncio) . - No que respeita aos homens, nem o riso, nem as lágrimas, nem a indignação, mas apenas o entendimento (Espinosa) .
- Somos todos uns pobres diabos,mesmo os génios. A ironia utilizo-a sempre não como um truque, mas como alguém que estivesse dentro de mim e me fosse dizendo "não te iludas" (Saramago) . - O retrato fiel do que sou deixou-o escrito Gramsci: "Pessimista pela razão, optimista pela vontade.". Está tudo dito. (Saramago) . - Sou aquilo que faço e não apenas aquilo que digo(V. Nogueira)
Tu que dormes a noite na calçada ao relento Numa cama de chuva com lençóis feitos de vento Tu que tens o Natal da solidão, do sofrimento És meu irmão amigo És meu irmão
E tu que dormes só no pesadelo do ciúme Numa cama de raiva com lençóis feitos de lume E sofres o Natal da solidão sem um queixume És meu irmão amigo És meu irmão
Natal é em Dezembro Mas em Maio pode ser Natal é em Setembro É quando um homem quiser Natal é quando nasce uma vida a amanhecer Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
Tu que inventas ternura e brinquedos para dar Tu que inventas bonecas e comboios de luar E mentes ao teu filho por não os poderes comprar És meu irmão amigo És meu irmão
E tu que vês na montra a tua fome que eu não sei Fatias de tristeza em cada alegre bolo-rei Pões um sabor amargo em cada doce que eu comprei És meu irmão amigo És meu irmão
Natal é em Dezembro Mas em Maio pode ser Natal é em Setembro É quando um homem quiser Natal é quando nasce uma vida a amanhecer Natal é sempre o fruto que há no ventre da Mulher
BOM FIM DE SEMANA, VICTOR! E COMO SE APROXIMA O ANO NOVO...
POEMA DE ANO NOVO - Miguel Torga
Recomeça…
Se puderes Sem angústia E sem pressa. E os passos que deres, Nesse caminho duro Do futuro Dá-os em liberdade. Enquanto não alcances Não descanses. De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado, Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar. Sempre a sonhar e vendo O logro da aventura. És homem, não te esqueças! Só é tua a loucura Onde, com lucidez, te reconheças...
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Quando um Homem Quiser Música - Fernando Tordo Letra - Ary dos Santos Intérprete - Paulo de Carvalho
Quando um Homem Quiser
Música - Fernando Tordo
Letra - Ary dos Santos
Intérprete - Paulo de Carvalho
Categoria: Música
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Olá amigo Victor...
Venho desta forma simples e humilde desejar-te a TI
e a toda a TUA FAMÍLIA...
Um SANTO e FELIZ NATAL...
Cheio de coisas boas e muitas prendas...
Cheio de alegria, saúde, paz, amor, amizade, compaixão, compreensão, fraternidade, companheirismo, esperança e muita energia positiva...
São os votos sinceros e humildes de Carla Granja...
E.........para adecer entre aspas..uma outra PRENDA..Confesso que ainda tinha maturidade para ler o Saramago...
Por isso aqui fica este;)....um execelnte DIA....
"Uma pequenina luz Uma pequenina luz bruxuleante não na distância brilhando no extremo da estrada aqui no meio de nós e a multidão em volta une toute petite lumiè rejust a little light una picolla... em todas as línguas do mundo uma pequena luz bruxuleante brilhando incerta mas brilhando aqui no meio de nós entre o bafo quente da multidão a ventania dos cerros e a brisa dos mares e o sopro azedo dos que a não vêem só a adivinham e raivosamente assopram. Uma pequena luz que vacila exactaque bruxuleia firme que não ilumina apenas brilha. Chamaram-lhe voz ouviram-na e é muda. Muda como a exactidão como a firmeza
Silenciosa não crepitanão consome não custa dinheiro. Não é ela que custa dinheiro. Não aquece também os que de frio se juntam. Não ilumina também os rostos que se curvam. Apenas brilha bruxuleia ondeia indefectível próxima dourada. Tudo é incerto ou falso ou violento: brilha.
Tudo é treva ou claridade contra a mesma treva: brilha. Desde sempre ou desde nunca para sempre ou não: brilha.
.
Apenas como elas. Mas brilha. Não na distância. Aqui no meio de nós. Brilha."
Para que não seja eu
me julgam
Me condenam
Me degolam
Para que não sonhe
Me rasgam o pensamento
Me roubam
o lugar na cama
E me deixam
Com angústia e com lama
Quero ser
o dono do meu tempo
(Não o destruam)
Poder ousar morder
o meu próprio corpo
Num afã incontrolável
Apodrecer e caír morto
Quero ser
A minha loucura
Semeada de gritos e lamentos
Beber o meu sangue
O meu vinho
Comer o meu pão roubado
Enforcar-me
numa corda de sonho
Partir
Para não mais regressar
Sentir o silêncio da terra
Onde as rosas protestam
em cânticos de luto
Arder
em chamas de cardos
e de cravos
Vaguear no Inferno
Com odores de esqueletos
muribundos
Quero
os meus passos infames
a pisar pétalas e bichos
Como um corcel alado
em busca do ADEUS
Vitor Correia